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ACIGABC PREPARA DOCUMENTO COM REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA


14.06.2016



Construtoras preparam lista de reivindicações para candidatos às Prefeituras do Grande ABC

A diretoria de Construtoras e Incorporadoras da ACIGABC (Associação das Construtoras, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC) se reuniu na última semana (8 de junho) na Ekopar Incorporadora Imobiliária, em São Caetano, para redigir documento com reivindicações da categoria e que será encaminhado para os candidatos à Prefeitura das sete cidades do Grande ABC.

Sob a organização do diretor de construtoras, Paulo Sérgio Augustini, a primeira reunião histórica fora da sede de São Bernardo reuniu 53 pessoas engajadas em apresentar problemas pertinentes ao setor e ideias para pauta de reclamações. Entre os principais pontos levantados na reunião estão a demora no tempo de aprovação de projetos, altas taxas, custos elevados, plano diretor e zoneamento urbano.

“São itens que nós que trabalhamos com construção civil nos defrontamos dia a dia e a impressão de temos é de que a administração pública se empenha apenas para tornar a nossa rotina ainda mais difícil”, explica Paulo Augustini. Entre os problemas que afetam a maioria das construtoras está a burocratização e a consequente demora em aprovação de projetos junto À administração municipal e órgãos ambientais. “O pior é perder o time do mercado. Uma coisa é lançar um empreendimento hoje e outra é lançar 20 meses depois. Há projetos que demoram 2, 3 anos para serem aprovados. Perdemos assim o senso de previsibilidade de lançamentos”, afirma.

O diretor Paulo Augustini destaca a importância da união entre os empresários do setor para cobrar dos futuros prefeitos ações que possam contribuir com o desenvolvimento da categoria. “A construção civil é um dos setores que mais gera emprego. Se somarmos o número de empregos que geramos, teríamos a força de uma montadora de veículos. Mas quando não temos obra para abrigar os funcionários, somos obrigados a dispensar. Não temos incentivos como montadoras, que contam com lay off pago pelo governo. A nível municipal, o que podemos fazer é nos unir para fortalecer a nossa categoria e juntos fazermos reivindicações para estes candidatos a fim de trabalhar em ações para que possamos gerar ainda mais empregos.

O documento com as solicitações das construtoras será redigido pela área técnica da ACIGABC e posteriormente analisado pelo departamento jurídico. As reivindicações serão entregues a todos os candidatos das sete cidades em eventos organizados pelas vice-diretorias da ACIGABC.

Sobre a ACIGABC: A Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC é uma entidade de classe, sem fins lucrativos, fundada em 26 de Julho de 1988. Ao longo de 27 anos de realizou palestras, eventos e contatos com autoridades, visando melhorar o mercado da construção civil para o empreendedor e a população. Em parceria com o poder público, a entidade teve importantes conquistas para o segmento como alterações nas leis de uso do solo, redução de impostos e melhoria burocrática com os agentes públicos e financeiros.

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Publicado em segunda-feira, 13 de junho de 2016 por ABC do ABC
www.abcdoabc.com.br


Construção civil se antecipa às eleições

Construtoras preparam lista de reivindicações para candidatos às Prefeituras do Grande ABC. Tempo de aprovação, custos, plano diretor estão na lista prioritária

A diretoria de Construtoras e Incorporadoras da ACIGABC (Associação das Construtoras, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC) se reuniu na última semana (8 de junho) na Ekopar Incorporadora Imobiliária, em São Caetano, para redigir documento com reivindicações da categoria e que será encaminhado para os candidatos à Prefeitura das sete cidades do Grande ABC.

Sob a organização do diretor de construtoras, Paulo Sérgio Augustini, a primeira reunião histórica fora da sede de São Bernardo reuniu 53 pessoas engajadas em apresentar problemas pertinentes ao setor e ideias para pauta de reclamações. Entre os principais pontos levantados na reunião estão a demora no tempo de aprovação de projetos, altas taxas, custos elevados, plano diretor e zoneamento urbano.

 “São itens que nós que trabalhamos com construção civil nos defrontamos dia a dia e a impressão de temos é de que a administração pública se empenha apenas para tornar a nossa rotina ainda mais difícil”, explica Paulo Augustini. Entre os problemas que afetam a maioria das construtoras está a burocratização e a consequente demora em aprovação de projetos junto à administração municipal e órgãos ambientais. “O pior é perder o time do mercado. Uma coisa é lançar um empreendimento hoje e outra é lançar 20 meses depois. Há projetos que demoram 2, 3 anos para serem aprovados. Perdemos assim o senso de previsibilidade de lançamentos”, afirma.

O diretor Paulo Augustini destaca a importância da união entre os empresários do setor para cobrar dos futuros prefeitos ações que possam contribuir com o desenvolvimento da categoria. “A construção civil é um dos setores que mais gera emprego. Se somarmos o número de empregos que geramos, teríamos a força de uma montadora de veículos. Mas quando não temos obra para abrigar os funcionários, somos obrigados a dispensar. Não temos incentivos como montadoras, que contam com lay off pago pelo governo. A nível municipal, o que podemos fazer é nos unir para fortalecer a nossa categoria e juntos fazermos reivindicações para estes candidatos a fim de trabalhar em ações para que possamos gerar ainda mais empregos.

O documento com as solicitações das construtoras será redigido pela área técnica da ACIGABC e posteriormente analisado pelo departamento jurídico. As reivindicações serão entregues a todos os candidatos das sete cidades em eventos organizados pelas vice-diretorias da ACIGABC.

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Publicado em terça-feira, 14 de junho de 2016 por Fábio Martins do Diário do Grande ABC
www.dgabc.com.br


Construtoras pleiteiam meta de prefeituráveis

Diante da crise econômica no País, com impacto negativo especialmente na construção civil, a Acigabc (Associação das Construtoras, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC) produzirá lista de reivindicações aos pré-candidatos a prefeito nas sete cidades da região, além de preparar sabatina com os principais nomes na disputa eleitoral. Em encontro no dia 8, realizado em São Caetano, a entidade decidiu redigir documento contendo demandas da categoria, que será encaminhado aos postulantes ao Paço, apontando os problemas enfrentados pelo setor acentuados pelo período de instabilidade. O material tende a ser formatado até o fim deste mês.

A proposta da associação é obter carta de compromissos dos pleiteantes às vésperas do processo de eleição, convidando, a princípio, os quatro quadros mais bem posicionados nas pesquisas de intenções de voto em cada município – a expectativa passa por promover a atividade logo após as convenções partidárias, de julho a agosto. Entre os aspectos de questionamento da pauta estão a lei de zoneamento e a burocracia para aprovação de projetos imobiliários, bem como a elevação de taxas em alguns municípios, a exemplo de São Bernardo e Santo André, prefeituras que aumentaram, recentemente, a alíquota de ISS (Imposto Sobre Serviços) para segmentos da construção civil.

Diretor de construção da Acigabc, Paulo Augustini sustentou que as prefeituras não têm criado instrumentos de estímulo ao setor e ainda instalam barreiras que evitam a celeridade da tramitação interna de empreendimentos, o que tem implicado, em maior grau em tempos de crise, na diminuição de lançamentos imobiliários e queda na geração de emprego. “Há projetos que demoram um ano e meio para ser aprovado. Dá para contar nos dedos das mãos os últimos lançamentos no Grande ABC. A construção civil é um dos setores que mais gera emprego, três vezes mais do que a GM (de São Caetano). Se somarmos em números, teríamos a força de montadoras de veículos, incluindo a Volkswagen e Mercedes-Benz (ambas em São Bernardo).”

Dados do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) indicam que o estoque de trabalhadores totaliza 42,7 mil profissionais na região – enquanto a GM possui quadro de cerca de 8.500 funcionários. Isso significa que, apenas em março, o ritmo de demissões chegou a 50 cortes por dia. O mês encerrou com saldo negativo de 1.485 postos de trabalho. “A nossa cobrança é por gestão eficiente. A burocracia na aprovação de projetos junto às administrações municipais e departamentos ambientais, por exemplo, provoca a perda do timing do lançamento (imobiliário) e o produto fica desalinhado com o mercado, tornando-se inviável”, pontuou Augustini.

Ao citar burocracia no setor em Santo André, o dirigente reclamou também de contrapartidas exigidas pelo Paço e do item de outorga onerosa. “Viramos reféns da Prefeitura.”

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